quinta-feira, 20 de abril de 2017

Cresce o interesse por comando de voz em Automação Residencial

Fonte: Telecompetitor.com


A tecnologia de controle por voz continua a ganhar força entre usuários de dispositivos eletrônicos de consumo em todo o mundo. Nova pesquisa da Parks Associates encontrou forte interesse no controle inteligente de voz em casa. De acordo com os novos dados do mercado, 55% dos domicílios de banda larga dos EUA querem usar sua voz para controlar seus dispositivos domésticos e de entretenimento inteligentes.

A alta taxa de resposta positiva foi particularmente notável entre os agregados familiares onde são utilizadas lâmpadas inteligentes, termostatos programáveis, detectores de fumaça inteligentes ou de monóxido de carbono e fechaduras de portas de garagem inteligentes, de acordo com o relatório "360 View: Residential Security & Smart Home" da Parks Associates. .

Geralmente falando, os membros de uma família dos EUA tendem a não distinguir ou ver dispositivos inteligentes, conectados de entretenimento doméstico, de segurança e de controle como dispositivos discretos e individuais, de acordo com o diretor sênior de pesquisa da Parks, Brett Sappington.

"Muitos dos consumidores que possuem ou pretendem comprar um dispositivo de casa inteligente querem que estas capacidades de casa inteligente sejam acessíveis através de seus dispositivos de entretenimento ... Eles esperam que os produtos estejam conectados para trabalhar em conjunto."

"Muitos dos consumidores que possuem lâmpadas inteligentes, termostatos, detectores de fumaça e fechaduras de portas de garagem acham atraente o controle de tais dispositivos através de seus sistemas de entretenimento, incluindo produtos automatizados de assistente de voz como o Amazon Echo eo Google Home".

A privacidade continua a ser importante oara os usuários de dispositivos domésticos e de entretenimento. Dois terços dos proprietários de casas inteligentes pesquisados classificavam as notificações de segurança como "atraentes".

As preocupações com a segurança diminuem se os consumidores tiverem maior controle de seus dados pessoais. As preocupações com a privacidade caem para 17 por cento quando esse é o caso, descobriu Parks.

"As preocupações dos consumidores com os hackers não devem inibir o crescimento do mercado", disse Glenn Hower, analista sênior da Parks Associates, em um comunicado de imprensa. "Embora as preocupações com a privacidade sejam generalizadas, o fornecimento de regras simples, configuráveis ​​e controladas pelo consumidor para o uso de dados ajudará muito a mitigar as preocupações com a privacidade e a tranquilizar os consumidores".

As famílias americanas têm adotado os assistentes de voz digitais mais rapidamente agora, de acordo com pesquisas de mercado que Parks lançou no final de março. A penetração dos assistentes de voz aumentou de 5% dos domicílios de banda larga nos EUA no 4o trimestre de 2015 para 12% no 4o trimestre de 2016, de acordo com o relatório.

A crescente aceitação do consumidor e o uso de assistentes de voz digitais inteligentes, como o Amazon Echo e o Google Home, estão alimentando uma corrida para o desenvolvimento de aplicativos e introduções no mercado por parte de fornecedores, observaram pesquisadores.

Em janeiro, a Comcast anunciou uma série de recursos sofisticados para o seu gateway Wi-Fi , incluindo controle de voz, métricas do usuário e a capacidade de criar regras e horários, como um modo "dormir" que impede o uso de Wi-Fi durante determinadas horas. Dados do usuário final, como informações sobre dispositivos Wi-Fi na rede doméstica do usuário, bem como configurações personalizadas, são armazenados na nuvem.

quinta-feira, 6 de abril de 2017

Automação Residencial e Tecnologias Assistivas: a casa inteligente pode cuidar de você.

Artigo publicado na revista Lumiere Electric edição 227 - abril de 2017

Autor: Eng. Fernando Santesso (*)

A preocupação com a inclusão e qualidade de vida para pessoas com necessidades especiais, sejam idosos ou pessoas com deficiência, tem se tornado um tema recorrente em nossa sociedade. Basta acompanhar jornais e revistas para ver os diversos esforços das mais variadas áreas do conhecimento para oferecer a essas pessoas condições dignas de vida.
A engenharia e arquitetura, dentro desse contexto, desempenham o papel crítico de oferecer a esse grupo de pessoas a possibilidade de desfrutar de qualidade de vida e independência dentro de suas residências, mesmo sendo afetadas por limitações locomotoras, visuais, auditivas e outras.
Buscaremos, nesse artigo, apresentar um panorama de como os sistemas de automação podem ser utilizados para os moradores idosos e com necessidades especiais, e como as casas inteligentes cuidarão de seus habitantes no futuro.

Arquitetura Inclusiva: Automação Residencial e Tecnologias Assistivas

Tudo começa com a revolução gerada pelo o nascimento do conceito de arquitetura inclusiva. Com o fim da Segunda Guerra Mundial, e o retorno dos veteranos de guerra mutilados, ficaram evidentes as dificuldades que as construções da época impunham às atividades cotidianas dessas pessoas.
Desde então esse conceito tem se difundido e hoje é clara a preocupação entre arquitetos e engenheiros em realizar edificações que ofereçam condições favoráveis aos seus usuários, sejam eles idosos, pessoas com deficiência ou não.
Da mesma maneira, a tecnologia assistiva também tem contribuído para o avanço da inclusão de pessoas com deficiência. Por definição, tecnologia assistiva refere-se a todo um arsenal de recursos e serviços com o propósito de minimizar os problemas encontrados por indivíduos com deficiência e proporcionar maior independência, qualidade de vida e inclusão social.
A automação residencial faz parte desse arsenal de recursos e serviços que podem ser prestado à pessoas com deficiência ou que necessitem de cuidados especiais.
Entretanto, esse caráter inclusivo e social da automação tem sido negligenciado por boa parte dos projetistas e integradores de sistemas, que muitas vezes estão focados em outros aspectos da automação em seus projetos.
Apenas para elucidar a relevância do tema, segundo dados do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) aproximadamente 6% da população brasileira declarou possuir algum tipo de deficiência, sendo em sua maioria deficiência visual. Além disso, o país conta hoje com mais de 10% da sua população dentro da faixa da terceira idade e esse número chegará a 20% até 2025, segundo apontam pesquisas.
Logo, os cuidados com pessoas com deficiência e idosos são um tema fundamental para nossa sociedade e certamente os benefícios da automação residencial como forma de inclusão está no cerne desse debate, pois propicia maior conveniência, autonomia e independência desse grupo de pessoas.
O uso da automação como fator de inclusão, contudo, não é um tema tão recente quanto pode parecer. No ano início dos anos 2000, o Brasil acompanhou por jornais e revistas o salão e fórum Brasiltec, onde foi demonstrado ao público um espaço que concentrava as mais avançadas tecnologias residenciais da época para pessoas com deficiência: A Casa Inteligente Inclusiva.
Esse projeto exibia ideias do uso de comando de voz, tablets, acionadores, biometria, sistema de emergência e uma série de outros recursos para facilitar o uso da residência por pessoas com deficiência. Passados 14 anos desse evento, sem dúvida a tecnologia evoluiu e consequentemente os sistemas de automação residencial também evoluíram. Mas a aplicação de automação como tecnologia assistiva não apresentou o mesmo ritmo de crescimento e ainda é pouco difundido o seu uso como fator de incremento em qualidade de vida e independência para idosos e pessoas com deficiência.

Automação Residencial

É importante destacar que assim como o conceito de arquitetura inclusiva, o conceito de automação residencial já existe há várias décadas. Seu nascimento também se deu pela vontade do morador melhorar sua experiência de interação com sua residência. Sendo que os primeiros sistemas desenvolvidos foram com o objetivo de controlar a casa de maneira remota. Na época isso era feito através de comandos enviados pela rede de telefonia e podiam apresentar falhas.
Contudo, o avanço da tecnologia e aprimoramento dos sistemas ao longo das décadas fez a automação residencial tornar-se fundamental nas edificações atuais.
Para constatar esse fato basta olhar para a grande variedade de sistemas que englobam os projetos atuais de residências, tais como: iluminação, segurança, redes de comunicação, entretenimento, energia alternativa, climatização e outros.
A gestão eficiente desses sistemas é complexa e muitas vezes negligenciada pelos habitantes da residência. Nesse ponto a automação residencial exerce sua primordial função de fazer a integração e gestão desses sistemas buscando oferecer ao morador um ganho considerável em praticidade e qualidade de vida. Quanto maior for o nível de integração dos sistemas, maior serão os benefícios oferecidos e percebidos pelos habitantes.

Hoje a automação se divide basicamente em três níveis de sistemas:

·         Sistemas Autônomos: ocorre quando os sistemas são automatizados, porém sem comunicação uns com os outros.
·         Sistemas Integrados: ocorre quando os sistemas automatizados são integrados e se comunicam entre si.
·         Sistemas Complexos: ocorre quando os sistemas integrados ganham um certo grau de “inteligência”.


Automação Residencial como Tecnologia Assistiva

Deve-se ressaltar que as vantagens do uso da automação residencial como tecnologia assistiva podem ser observados por seus usuários a partir do nível de Sistemas Integrados, ou seja, a partir do momento em que há comunicação de um sistema automatizado com outro. Consequentemente, não é necessário um sistema complexo de automação para que um idoso ou pessoa com deficiência possa desfrutar de uma melhor qualidade de vida em sua residência.
Isso levanta uma questão de importante: “Por qual motivo os sistemas de automação são pouco aplicados em residências que possuem idosos ou pessoas com deficiência?”
Embora a resposta para essa questão possa apresentar um número grande de justificativas, basicamente podemos agrupá-los em duas vertentes. E o primeiro grande motivo é o pré-conceito sobre o custo do investimento em automação. Historicamente os sistemas de automação residencial sempre foram atrelados ao conceito de luxo e por isso passam a impressão de serem sistemas caros para serem implantados.
Isso pode ter sido um fato nos primórdios da automação residencial, quando os “entusiastas e visionários” da tecnologia pagavam altos valores para ter o que havia de mais moderno em suas residências. Porém, isso não é mais uma realidade, visto que o custo da tecnologia de automação tem se tornado cada vez mais acessível ao consumidor no mundo inteiro como apontam pesquisas da AURESIDE (Associação Brasileira de Automação Residencial e Predial).
O segundo motivo que observamos, e esse pode ser citado como o mais preocupante, é a falta de conhecimento por parte de arquitetos, projetistas, engenheiros e especificadores dos proveitos que podem ser alcançados com uso dessas tecnologias em prol da inclusão, além da necessidade de suporte à aplicação de tais tecnologias.
Por esse motivo vamos apresentar abaixo algumas possíveis aplicações de sistemas automação residencial para benefícios de pessoas com deficiência e idosos.

Sistema Integrado
Tudo que está integrado tem por objetivo principal facilitar a vida do usuário e minimizar o esforço necessário para a realização de tarefas cotidianas. A unificação de controles da residência simplifica sua operação, uma vez que com o simples toque de um botão o usuário pode gerar grupos de eventos e ações que demandariam um grande esforço físico caso fossem executados um a um.
O controle centralizado pode não apenas facilitar as ações, como também informar ao usuário as condições em diversos cômodos da residência sem que haja necessidade de locomoção para verificar. Para pessoas idosas e com dificuldade de locomoção, a integração dos sistemas possibilita um ganho considerável em sua experiência com a residência.
Quer entender melhor? Então faça o seguinte, imagine que você está saindo de casa e quer garantir que todas luzes estejam apagadas e todas as cortinas fechadas. Uma tarefa relativamente simples, embora exija que você transite entre os cômodos da casa. Agora imagine fazer isso em uma cadeira de rodas.
Se para nós que não possuímos limitações de locomoção essa tarefa cotidiana pode exigir algum esforço, para aqueles que possuem essas limitações o esforço será muito maior.

Sensoriamento e Monitoramento
Os sensores são elementos fundamentais em projetos de automação residencial.
Uma vez que os sistemas estão integrados existem algumas formas de disparar uma ação dentro da residência. A mais comum delas é o morador apertando um botão e gerando um evento que liberar uma determinada ação. Porém, quando falamos em automação assistiva os sensores ganham destaque como ferramentas de prevenção de acidentes e monitoramento de pessoas.
Como sabemos, com o passar dos anos a visão pode ser afetada e pessoas com idade podem sofrer acidentes ao caminhar por suas residências exatamente por não enxergarem com clareza os obstáculos pelo caminho. O simples uso de sensores de presença atrelados ao controle do nível de intensidade de iluminação pode prevenir esses acidentes.
Além disso, sensores podem monitorar quedas e informar eventos como: vazamentos de gás, incêndios e outros que ofereçam risco aos moradores.

Controle por comando por voz

Talvez o controle por comando de voz seja o item onde mais facilmente podemos perceber os ganhos e possibilidades do uso da automação como tecnologia assistiva.
Uma das formas mais severa de limitação e dependência se dá quando o morador é tetraplégico, ou seja, não possui mobilidade nos membros e portanto fica totalmente dependente de outras pessoas para a realização de tarefas físicas simples como acender ou apagar luzes, mudar um canal de tv, ligar ou desligar o ar condicionado e outras.
Os sistemas de comando de voz ou assistentes virtuais que tem surgido no mercado, como o Amazon Echo e Google Home, estão ganhando notoriedade pela variedade de aplicações as quais eles se dispõe, dentre elas, a assistência à pessoas com deficiência quando integrado a um sistema de controle e automação residencial.
Através desses dispositivos, pessoas com deficiência que limitam severamente a locomoção e realização de tarefas, podem realizar tarefas simples por sua própria conta conferindo um certo grau de independência e ganho na qualidade de vida.
 Outra função muito comum em dispositivos de comando de voz é disparar alertas através de notificações por e-mail ou smartphone, quando algo está errado. Com um simples comando de voz o dispositivo enviará uma mensagem alertando sobre a necessidade de ajuda.

O que esperar do futuro
A automação assistiva já é uma realidade e, como visto, pode ser facilmente aplicada nas residências de pessoas com necessidades de cuidados especiais. O próximo passo dessa tecnologia está diretamente ligado a conceitos de inteligência artificial, telemetria e internet das coisas.
Uma vez que a residência esteja integrada, com sensoriamento, telemetria e conexão à rede dados, os serviços de monitoramento de saúde e bem estar de seus habitantes poderão ser feitos remotamente. Indo mais além, os sistemas de computação inteligentes tomarão ações e aprenderão com os hábitos e comportamento dos moradores. Assim a casa assistiva cuidará do bem estar e saúde de seus habitantes, tendo eles necessidades especiais ou não.
Em outras palavras, em um futuro próximo a residência se dedicará ao bem estar, segurança, saúde e oferecerá uma melhor qualidade de vida, principalmente para idosos e pessoas com deficiência.

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(*) Fernando Santesso

Engenheiro elétrico com especialização em Gestão Empresarial. Ocupa o cargo de Diretor de Projetos da Associação Brasileira de Automação Residencial e Predial. Também é sócio e diretor da Integra Sistemas Prediais, empresa que atua com projetos, consultora e instalação de sistemas automação residencial e predial.

segunda-feira, 27 de março de 2017

Comparando ZigBee e Z-Wave

Fonte: Alarm New England

Se você tem pesquisado sobre a casa conectada, você provavelmente já ouviu falar de tecnologias Z-Wave e ZigBee. Ambos são sistemas  usados ​​para automatizar sua casa e torná-lo acessível a partir de seu smartphone ou tablet. Então qual é a diferença entre os dois? Ambos ZigBee e Z-Wave têm seus respectivos prós e contras. Mas quando se trata de domótica e segurança, Z-Wave começa a ser considerado o padrão.

Segurança

Z-Wave e ZigBee utilizam "redes de malha" ou mesh. As redes Mesh usam outros dispositivos para conexão sem fio. Por exemplo, se você tem um bloqueio de porta sem fio e que o bloqueio precisa se conectar ao painel de controle, o bloqueio alcançará a tecnologia inteligente mais próxima, como um interruptor de luz ou termostato até chegar ao painel de controle. Tipo de uma abordagem de ligação em cadeia. O problema com redes de malha é que eles deixam você suscetível a hacker porque há tantos pontos para se intrometer. Felizmente, a tecnologia Z-Wave recentemente recebeu o selo UL de aprovação para criptografia e anti-jamming. Isso significa que a tecnologia Z-Wave é mais segura do que a ZigBee.

Interoperabilidade

Quando se trata de vincular a sua tecnologia Z-Wave ou ZigBee através de uma rede de malha, você precisa ter certeza de que seus dispositivos têm a capacidade de se conectarem uns aos outros. Isto é onde Z-Wave e ZigBee realmente começam a diferir. A tecnologia ZigBee pode ser usada por vários fabricantes, que podem usar uma linguagem diferente em seus equipamentos. Isto torna difícil para o equipamento ZigBee ligar uns aos outros. Z-Wave, no entanto, é usado apenas pela Sigma Designs e opera apenas em seus receptores. Isto significa que a tecnologia Z-Wave pode falar com cada um e outros dispositivos podem conversar uns com os outros usando as freqüências Z-Wave. Do ponto de vista do usuário, Z-Wave é mais flexível do que ZigBee. Contanto que algo tenha Z-Wave ele pode ser integrado.

Aplicação

ZigBee tem uma exigência de baixa potência e é usado principalmente para produtos relacionados com energia inteligente, monitoramento de equipamentos, domótica e cuidados de saúde. Z-Wave é mais usado para casas em sistemas  de segurança e domótica. A Z-Wave é recomendada para os clientes de automação residencial pela primeira vez devido à sua facilidade de uso e interoperabilidade entre os fabricantes.

OBS: este é um artigo elaborado pela Alarm New England e reflete apenas uma visão individualizada sobre este tema

O que é uma Casa Inteligente?

Fonte: HomeAdvisor

Todos nós apreciamos os benefícios da tecnologia moderna, mesmo se não tivermos certeza de como tudo funciona. A internet, os motores dos carros, os telefones celulares: nada disso faz sentido completo, mas nós temos nos apoderado desta tecnologia e não podemos mais viver sem ela. O mesmo pode ser dito sobre nossas casas. Quer se trate de microondas ou máquinas de lavar, as últimas invenções e equipamentos tornam nossa vida cotidiana mais fácil. Mas agora, com aplicativos , produtos inovadores e know-how tecnológico, os projetistas de casas criam em novo modelo, trazendo novas fronteiras para o espaço doméstico.

O que é uma Casa Inteligente?

É apenas uma casa normal, exceto que cada um de seus equipamentos é conectado a um sistema de computador. Com a automação residencial, você não estará mais dependendo de interruptores ou outras formas de ativação manual. Em vez disso, cada lâmpada, cada TV, e até mesmo o termostato são controlados remotamente de um banco de dados de computador. Parece algo de Star Trek, mas na verdade está se tornando uma prática popular no projeto das casas.

Qual é o ponto?

Conveniência absoluta. Tudo na residência pode ser mantido com um controle remoto, smartphone, tablet ou um laptop. É como viver na casa de James Bond, que não é apenas legal, mas cria uma série de benefícios práticos. Seus aparelhos inteligentes sabem quando ligar e desligar, quanta energia é necessária e como se manter. Isso não é apenas uma economia de tempo útil; Também é eficiencia de energia, que é amigável tanto para o ambiente como para as suas contas de serviços públicos. Além disso, uma casa computadorizada pode se adaptar à sua maneira de viver: sabe o tempo que você liga as luzes na parte da manhã, sabe qual temperatura você gosta quando fica em casa, e  ainda quando abrir a porta da garagem.

O que são aparelhos inteligentes?

Aparelhos domésticos inteligentes são equipamentos especializados programados para funcionar a partir de um sistema central. Qualquer dispositivo doméstico pode ser um aparelho inteligente, e embora eles não sejam tão baratos, muitas vezes eles podem ser alugados em vez de comprados, a fim de reduzir o preço. Além disso, eles são, por vezes, ligado ao fabricante também, por isso, quando houver um problema no seu funcionamento você pode obter um aviso imediato e  a estimativa do reparo. A verdadeira beleza é que você ganha mais controle, sem precisar se preocupar com o controle... Em outras palavras, essa tecnologia é conveniente porque as casas inteligentes pensam por si mesmas.

O que pode um equipamento destes fazer pela minha casa?

Eles podem sentir uma onda elétrica e podem desligar seu próprio poder. O pode sentir uma falha de água e desligar a alimentação. Eles sabem quando eles precisam de descongelamento, eles sabem quanto tempo para cozinhar suas refeições (alguns microondas podem ler barras de varredura em itens alimentares e definir seus próprios temporizadores), e alguns podem até mesmo acompanhar datas de validade ou pode criar receitas com base nos ingredientes no armário. Sua casa vai saber quando está chovendo e fechar as janelas para você, mesmo quando você estiver ausente. Mas o aspecto mais fascinante de casas inteligentes é que as possibilidades são completamente ilimitadas, porque agora você pode realmente se comunicar com sua casa.

Precisa encontrar um profissional para a sua casa inteligente? Por que falar com sua casa?

Pense nas opções que você tem agora em seu comando. Com o toque de um botão ou pelo registro de sua voz, você pode dizer a sua casa exatamente o que fazer por você. A conveniência real, porém, é a paz de espírito que isso proporciona. E se você pudesse monitorar sua casa de longe? Você deixou algo ligado? Verifique a internet uma vez que você começa a trabalhar e dizer para o fogão  desligar-se. Ou monitorar a temperatura do escritório; Em seguida, em seu caminho para casa, mande um e-mail ou mensagem de texto para ligar o forno. Se você estiver fora da cidade, você pode até ligar suas luzes e desligar para afastar visitantes indesejados, ou armar seu alarme anti-roubo. Ou configurar algumas câmeras e assistir a sua casa em qualquer terminal de computador ou equipamento movel.

Domótica está crescendo e se tornando mais e mais comum a cada dia, o que naturalmente vai conduzir os custos da habitação para baixo. E embora pareça intimidante, esta onda do futuro está rapidamente se tornando um hábito de hoje. Então você definitivamente vai querer começar a pensar em converter a sua casa, mesmo que seja um pouco de cada vez. Compre aquela cafeteira automática ou sistema de som informatizado. Você não tem que buscar o ultimo gadget no mercado, mas lentamente construindo a tecnologia da sua casa, você evita ser deixado para trás na inconveniência do passado.



Para localizar empresas e profissionais que possam lhe ajudar neste projeto, faça uma busca em www.larinteligente.com.br 

sexta-feira, 10 de março de 2017

Uma casa pra lá de sustentável!

Publicado em Architect Magazin


A "Casa de Chuva do Deserto" é o primeiro projeto residencial a receber o título internacional que a identifica como "zero de energia" e "zero de água".

Uma casa de madeira sem maiores pretensões construida em Bend, Oregon, tornou-se referência internacional no final do ano passado quando o complexo de uma única família, chamado Desert Rain House, obteve a primeira certificação Living Building Challenge (LBC) para um projeto residencial.

O programa LBC, desenvolvido pelo International Living Future Institute, identifica edifícios de energia zero e água que impactam positivamente seu ambiente. Um novo edifício deve passar 20 imperativos em sete áreas de desempenho - lugar, água, energia, saúde e felicidade, materiais, eqüidade e beleza - e sustentá-los por mais de um ano.

Projetado pela empresa local Tozer Design, o terreno de 4.810 pés quadrados é composto por uma residência de um andar, dois apartamentos de hóspedes separados e duas garagens, todas construídas com materiais de origem local. A chuva é a única fonte de água, e um sistema de águas cinzentas trata a água usada , exceto nos banheiros e lava-louças para irrigação. Sessenta e cinco painéis solares geram energia para a casa. "O maior e mais belo recurso é quando você liga a água", diz Barbara Scott, um dos proprietários. "Você sabe que está vindo da chuva e da neve."

A Casa de Chuva do Deserto junta-se a apenas 11 outros projetos que tenham recebido status Living Building no mundo e também é certificado pelo LEED Platinum e Earth Platinum Advantage.

domingo, 5 de março de 2017

Cinco elementos chave para o website de um pequeno negócio

(Baseado em artigo do site Entrepreneur)

Seu negócio pode ser pequeno, mas criar e manter um site  não é mais opcional - mesmo se você atende a uma base de clientes local e não tem intenções de vender seus produtos ou serviços on-line.

Aqui estão cinco fundamentos que um site de pequenas empresas deve incluir:

1. Uma home page poderosa

A home page do seu site é a primeira impressão que você dá ao mundo online sobre sua empresa: Deve comunicar claramente a imagem de sua empresa através de recursos visuais informando:
  1. O que sua empresa faz
  2. A quem atende
  3. Por que existe
  4. Por que um cliente deve se importar com a sua oferta
Há muitas maneiras criativas de abordar sua página inicial, mas deve incluir (no mínimo): seu logotipo, uma breve descrição de sua empresa e um menu de navegação que direciona os usuários para outras páginas importantes do seu site.

Agora que pelo menos 68% dos americanos possuem smartphones, de acordo com o Pew Research Center, seu site também deve incluir recursos de design responsivos que garantam que seja tão fácil de visualizar e navegar em telas menores como as orientações tradicionais dos computadores de mesa.

2. Navegação fácil de usar

Se seu menu de navegação se expande na parte superior do seu site ou em uma barra lateral, deve ser fácil para os visitantes do site localizar e deve incluir categorias lógicas que tornam simples para os usuários do site encontrar as informações que procuram. De acordo com pesquisas, a navegação pobre é a razão No. 1 para que as pessoas abandonem um Web site que estão visitando

Considere como você pode melhorar a estrutura do seu menu de navegação e as categorias (e possivelmente, subcategorias) que irá conter com base em perguntas comuns que um novo cliente para o seu negócio pode formular. Por exemplo:

  1. Quais são as categorias de itens ou serviços que você vende?
  2. Quanto esses produtos ou serviços podem custar?
  3. Onde está sua empresa localizada e em quais horarios atende?
  4. Como os clientes compram itens ou serviços e que formas de pagamento você aceita?

Idealmente, uma navegação limpa deve usar sequenciamento lógico e títulos que ajudam os clientes a identificar facilmente a seção de seu site que eles precisam visitar.

3. Recursos de pesquisa

Inclua um recurso de caixa de pesquisa além do menu de navegação do site para que os clientes possam digitar palavras-chave ou frases para encontrar as informações de que precisam quando o menu de navegação não atende às suas necessidades. Quando os clientes digitam conteúdo na caixa de pesquisa, eles serão apresentados com páginas relevantes a serem visitadas, para que eles não tenham que lidar com sua pesquisa manualmente. (Quanto mais conteúdo tiver no seu site que aborda todas as palavras-chave possíveis, mais benéfico será o recurso de caixa de pesquisa.)

4. Acesso à ajuda

Apesar dos benefícios de marketing que um site oferece às pequenas empresas e clientes on-line, há momentos em que os clientes querem se conectar com um ser humano. Seu site deve incluir a opção de conectar via telefone, e-mail e em sua localização física, se você tiver um. Surpreendentemente, o Social Media Today relata que 93 por cento das pequenas empresas não publicam um endereço de e-mail que os clientes possam usar para contatá-los.

5. Página de FAQ

Quanto mais você se envolver com clientes on-line e off, mais você vai sentir padrões nos tipos de informação que os clientes procuram e as perguntas que surgem em relação aos seus produtos ou serviços. Oferecer uma página de perguntas freqüentes e suas respostas em seu site para facilitar aos clientes a localização das informações detalhadas de que precisam será extremamente útil e fará aumentar o tempo de visita ao site.

Conclusão

Um site de pequenas empresas é uma forma acessível e eficaz para expandir seu alcance on-line para o mercado de clientes potenciais. No entanto, ele precisa de alguns elementos críticos para fazer uma impressão positiva. Incorpore estes cinco elementos importantes no seu Web site para construir uma presença online que traga clientes diretamente a seu negócio, não importa onde estão situados.

domingo, 29 de janeiro de 2017

A inteligencia artificial e o futuro de nossas casas

Fonte: Techome Builder

Inteligência Artificial (AI), relacionada com a casa inteligente, já está em "experiência" em alguns gadgets com comando de voz (como Alexa da Amazon)  oferecendo aos usuários uma vida completamente independente.

No entanto, a casa inteligente ainda tem um longo caminho pela frente antes de se tornar completamente integrada em um nível intuitivo, ao invés de um reativo.

A inteligência artificial na casa inteligente procura, em última instância, simplificar a vida, não só permitindo que os dispositivos conectados reajam por meio de comandos de voz ou de toque sob demanda, mas também para estar um passo à frente.

O futuro da casa inteligente da AI ​​envolverá produtos que podem calcular e conhecer as necessidades de alguém antes que um comando seja distribuído.

A solução AI na casa inteligente não só se esforça para resolver os problemas,  visa evitar que estes ocorram no futuros. Assim como nenhuma pessoa é igual, os engenheiros por trás dessa tecnologia intuitiva reconhecem que uma casa conectada não pode ser uma solução unificada como tem sido até agora. Para consertar isso, mais e mais empresas estão agora criando dispositivos compatíveis com os produtos dos antigos concorrentes para expandir as capacidades dos ecossistemas.

A casa da AI ​​está destinada a não só executar ações sob demanda, mas também aprender os hábitos das pessoas, reconhecê-las e saber o momento certo para aplicar soluções. Como uma esponja, absorve o conhecimento em torno dela (hábitos de alguém e rotina diária) e fornece a informação inteligente em como melhorar a qualidade de vida.

Já está acontecendo.

Uma almofada de colchão conectada, por exemplo, pode monitorar o sono e se comunicar com um termostato para ajustar a temperatura ou a iluminação com base nas mudanças na frequência cardíaca, na respiração e no movimento dos olhos. Se a freqüência cardíaca de alguém tem atividade irregular durante a noite, uma cama inteligente pode estabilizar a temperatura na sala para que a pessoa possa experimentar uma melhor qualidade de sono ao longo do tempo.

Imagine entrar em seu quarto à noite. Seu controlador de casa sugere que você desista do termostato e abaixe as cortinas, porque sua casa já sabe que você dorme melhor quando é mais escuro e mais frio no ambiente.

Pensando adiante, esse será o novo conceito de casa inteligente de AI.